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Ação global luta contra violência armada

Semana global promove ações em 85 países até 21 de junho.

Do Observatório sobre Gênero e Violência Armada

Começa hoje a Semana de Ação Global Contra a Violência Armada e, até 21 de Junho, serão promovidos eventos em mais de 85 países com o objetivo de chamar a atenção para o custo humano da proliferação e uso indevido de armas.

Para as mulheres, a casa é o local onde estão expostas a maiores riscos de violência armada. As estatísticas são alarmantes. Quando existe uma arma de fogo em casa, as mulheres ficam três vezes mais expostas a mortes violentas. Os agressores são muitas vezes companheiros, atuais ou passados, algumas vezes com histórico de violência doméstica.

Para cada mulher assassinada ou ferida com arma de fogo, muitas outras são ameaçadas. É por estas razões que ativistas em Portugal se juntam a pessoas em mais de 28 países para exigir políticas que mantenham as mulheres livres de violência armada.

No âmbito desta campanha, o Observatório sobre Gênero e Violência Armada (OGiVA), do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, mostra o documentário Luto como Mãe, baseado nas histórias de sobreviventes, mães, irmãs e viúvas, que perderam os seus familiares em atos de violência armada urbana no Rio de Janeiro.

O principal objetivo da campanha “Desarmar a Violência Doméstica” é impedir que pessoas com antecedentes de violência doméstica tenham acesso a armas de fogo. Dos 900 milhões de armas existentes atualmente no mundo, cerca de 75% estão nas mãos de civis, na sua maioria do sexo masculino.  

Para Tatiana Moura, coordenadora do OGiVA, “esta semana constitui uma oportunidade para um apoio inequívoco por parte do governo português a políticas ambiciosas e eficazes de desarmamento da violência doméstica. Com tantas pessoas – incluíndo mulheres – a sofrer os impactos da violência armada no nosso país, não há tempo a perder.”