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Dados do Ministério da Saúde apontam para êxito da política de saúde da mulher

Indicadores epidemiológicos trabalhados pelo Ministério da Saúde apontam para a melhoria do acesso das mulheres brasileiras a médicos, medicamentos e tratamentos de saúde na rede pública.

 

De acordo com os dados do Ministério da Saúde, em 1986, o percentual de grávidas que nunca consultaram um médico era de 26%. Em 2006, a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS) identificou que este percentual baixou para 1,3%. Também verificou-se que pelo menos 61% das mulheres grávidas tinham passado por sete ou mais consultas de avaliação, inclusive com a realização de exames.

 Com relação ao aleitamento materno, a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS 2006) mostrou os seguintes dados: 43% das crianças são amamentadas na primeira hora de vida no Brasil, 99% são amamentadas no primeiro dia de vida e 40% dos bebês recebem exclusivamente o leite materno nos primeiros seis meses de vida.

Os dados sobre os partos, revelam que em 76% das gestações de 2006, o parto foi realizado no SUS. Nos últimos 25 anos, houve grande redução no número de partos domiciliares no meio rural, passando de 19,8% para 3,5%. Ao mesmo tempo, a assistência do médico durante o parto subiu de 77,6% para 88,7% no país. Somente no meio rural, a presença do médico passou de 57,7%, em 1996, para 82,6%, em 2006.

Outra área que apresenta melhora significativa nas possibilidades de acessoa é a prevenção ao câncer ginecológico, que teve a oferta de mamografias ampliada de 2,02 milhões, em 2003, para 2,9 milhões, em 2008.

Fonte:

Indicadores confirmam o êxito da política de saúde da mulher