Skip to content. | Skip to navigation

Home

Home Eixos Comunicação e Mídia Destaques Política de cotas para mulheres na política tem 75% de aprovação
Document Actions

Política de cotas para mulheres na política tem 75% de aprovação

Divulgados os resultados da pesquisa IBOPE/Instituto Patrícia Galvão/Cultura Data, realizada com o apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres como marco do lançamento do Observatório Brasil da Igualdade de Gênero.

 

A maioria da população brasileira (75%) é favorável à política de cotas para mulheres na política e apóia a punição dos partidos políticos (86%) que não cumprem a atual legislação que prevê 30% de candidaturas femininas. Isso é o que revela a pesquisa Ibope/Instituto Patrícia Galvão/Cultura Data, com apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, realizada entre os dias 13 a 17 de fevereiro, com 2002 entrevistas em 142 municípios de todas as regiões do país.

A divulgação da pesquisa se insere nas celebrações do Dia Internacional da Mulher e no capítulo V do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, que prevê ações pela ampliação da participação das mulheres nos processos de tomada de decisão e nas instâncias de poder da sociedade brasileira. Ela marca o lançamento do Observatório Brasil da Igualdade de Gênero

 Acesse o release completo.

 

Cobertura da mídia sobre a pesquisa:

Globo.com: Ibope: 75% dos brasileiros aprovam cotas para mulheres na política.

Agência Brasil: Pesquisa mostra que 75% da população é favorável às cotas para mulheres na política.

Folha Online75% dos brasileiros são favoráveis a cotas para mulheres na política, diz pesquisa. 

 

Clipping:

TRIBUNA DA IMPRENSA
POLÍTICA
2009-03-10 07:55:18
67% dos brasileiros votariam em mulher para presidente, diz Ibope

SÃO PAULO - Pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), feita em conjunto com o Instituto Patrícia Galvão e o Cultura Data, apontou que 90% dos brasileiros elegeriam uma mulher para cargo público.

Desse grupo, 74% votariam em uma mulher para prefeito, governador ou presidente, o que, do total, corresponde a 67% dos brasileiros. A pesquisa foi realizada entre os dias 13 a 17 de fevereiro, com 2.002 entrevistas em 142 municípios de todas as regiões do País.

A pesquisa ainda aponta que, para 83% dos entrevistados, a presença de Mulheres no poder "melhora a política". Na opinião de 75% deles, só há democracia, de fato, se elas estiverem nas várias instâncias de Poder. Já para 73% dos brasileiros a população ganha com a eleição de um maior número de mulheres. O apoio à presença feminina no panorama político nacional foi constatado em todos os segmentos da amostra, tanto demográficos como regionais.

Em contrapartida à opinião da maioria favorável à participação feminina nos poder, a realidade não se revela tão otimista em relação às mulheres. De acordo com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, ligada à Presidência da República e que apoiou a pesquisa, o Brasil conta hoje com apenas 8,9% de Mulheres no Congresso Nacional, 12% nas Assembleias Legislativas e 12% nas Câmaras Municipais. Segundo a União Interparlamentar (UIP), organização internacional com sede em Genebra (Suíça), o Brasil ocupa a 141ª colocação no ranking que avalia a presença de Mulheres em parlamentos de 188 países. Entre os países da América Latina, o País fica à frente somente da Colômbia.

Cotas
Como na maior parte dos países latino-americanos, a legislação eleitoral brasileira garante às Mulheres participação de 30% nas listas de candidatos dos partidos políticos. No entanto, a pesquisa do Ibope indica que, dentre as nações que oferecem cotas para mulheres, o Brasil tem o pior resultado entre o número de eleitas.

Na década de 90, por exemplo, as Mulheres representavam 10,8% dos parlamentares da América Latina. A partir de 2000, após a adoção de Políticas de cotas em vários países, o índice saltou para 18,5%. Argentina e Costa Rica apresentaram os melhores resultados: passaram de 6% e 14% para 38,3% e 36,8%, respectivamente. Segundo os pesquisadores do Ibope, diferente dos outros países latino-americanos, a lei de cotas brasileira não estabelece sanção para os partidos políticos que não cumprem a legislação.

Critério racial
A pesquisa do Ibope também levou em conta o critério racial no voto do brasileiro e 77% dos entrevistados afirmaram que votariam em um homem negro e 75% elegeriam uma mulher negra para qualquer cargo público, número maior dos que votariam em Mulheres de qualquer raça.

De acordo com o instituto, o impacto da eleição de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos pode ter interferido nas respostas. Ainda assim, a predisposição em votar em candidatos negros para qualquer cargo é maior do que em votar, genericamente, em mulheres

DIÁRIO DO NORDESTE
NACIONAL
2009-03-10 08:12:49
67% dos brasileiros elegeriam uma mulher

São Paulo. Pesquisa divulgada ontempelo Ibope, feita em conjunto com o Instituto Patrícia Galvão e o Cultura Data, apontou que 90% dos brasileiros elegeriam uma mulher para cargo público.

Desse grupo, 74% votariam em uma mulher para prefeito, governador ou presidente, o que, do total, corresponde a 67% dos brasileiros. A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17 de fevereiro, com 2.002 entrevistas em 142 municípios de todas as regiões do País.

A pesquisa ainda aponta que para 83% dos entrevistados a presença de Mulheres no poder ´melhora a política´. Na opinião de 75% deles, só há democracia, de fato, se elas estiverem nas várias instâncias de poder. Já para 73% dos brasileiros a população ganha com a eleição de um maior número de mulheres. O apoio à presença feminina no panorama político nacional foi constatado em todos os segmentos da amostra, tanto demográficos como regionais. O Brasil tem apenas 8,9% de Mulheres no Congresso Nacional, 12% nas assembleias legislativas e 12% nas câmaras municipais.

DIÁRIO CATARINENSE
POLÍTICA
2009-03-10 08:06:48
Maioria elegeria uma mulher

Brasil tem menos eleitas
Pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), feita em conjunto com o Instituto Patrícia Galvão e o Cultura Data, apontou que 90% dos brasileiros elegeriam uma mulher para cargo público.

Desse grupo, 74% votariam em uma mulher para prefeito, governador ou presidente, o que, do total, corresponde a 67% dos brasileiros. A pesquisa foi realizada entre os dias 13 a 17 de fevereiro, com 2.002 entrevistas em 142 municípios de todas as regiões do país.

A pesquisa ainda aponta que, para 83% dos entrevistados, a presença de Mulheres no poder “melhora a política”. Na opinião de 75% deles, só há democracia, de fato, se elas estiverem nas várias instâncias de Poder. Já para 73% dos brasileiros a população ganha com a eleição de um maior número de mulheres. O apoio à presença feminina no panorama político nacional foi constatado em todos os segmentos da amostra, tanto demográficos como regionais.

Em contrapartida à opinião da maioria favorável à participação feminina nos poder, a realidade não se revela tão otimista em relação às mulheres. De acordo com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, ligada à Presidência da República e que apoiou a pesquisa, o Brasil conta hoje com apenas 8,9% de Mulheres no Congresso Nacional, 12% nas Assembleias Legislativas e 12% nas Câmaras Municipais.

Segundo a União Interparlamentar (UIP), organização internacional com sede em Genebra (Suíça), o Brasil ocupa a 141ª colocação no ranking que avalia a presença de Mulheres em parlamentos de 188 países. Entre os países da América Latina, o país fica à frente somente da Colômbia.

Como na maior parte dos países latino-americanos, a legislação eleitoral brasileira garante às Mulheres participação de 30% nas listas de candidatos dos partidos. No entanto, a pesquisa do Ibope indica que, dentre as nações que oferecem cotas para mulheres, o Brasil tem o pior resultado entre o número de eleitas

DIÁRIO DA TARDE
GERAL
2009-03-10 08:27:52
Cotas no governo

75% dos brasileiros aprovam ações que garantam presença das mulheres na política

Um pesquisa divulgada ontem pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres indica que 75% dos brasileiros são favoráveis a cotas para Mulheres na política. A pesquisa Ibope/Instituto Patrícia Galvão/Cultura Data foi realizada entre os dias 13 e 17 de fevereiro, com 2.002 pessoas em 142 municípios do país.

Segundo o levantamento, 86% apoiam a punição dos partidos políticos que não cumprem a atual legislação, que prevê 30% de candidaturas femininas. O Brasil conta com apenas 8,9% de Mulheres no Congresso Nacional, cerca de 12% nas assembleias legislativas e 12% nas câmaras municipais. De acordo com a União Interparlamentar, organização internacional com sede em Genebra, na Suíça, o Brasil ocupa a 141ª colocação em relação à presença de Mulheres nos parlamentos, num ranking de 188 países. Entre os países da América Latina, o Brasil só fica à frente da Colômbia.

O estudo mostra ainda que a maioria dos brasileiros (83%) concorda com a ideia de que a presença de Mulheres no poder melhora a política; enquanto 75% admitem que só há democracia, de fato, se elas estiverem nos espaços de poder e 73% confirmam que a população brasileira ganha com a eleição de um número maior de mulheres

O FLUMINENSE
POLÍTICA
2009-03-10 08:39:33 
Cota para mulheres
A legislação que garante às mulheres participação de 30% nas listas de candidatos dos partidos políticos é conhecida por apenas 24% dos brasileiros. 

Foi o que apontou uma pesquisa realizada com apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres pelo Instituto Ibope/Instituto Patrícia Galvão/Cultura Data. Mas quando apresentados ao conteúdo dessa política, 75% dos entrevistados dizem-se favoráveis às cotas. E 86% apoiam a punição aos partidos políticos que descumprirem a legislação. De acordo com a secretaria, o Brasil conta hoje com apenas 8,9% de Mulheres no Congresso Nacional, cerca de 12% nas assembléias legislativas e 12% nas câmaras municipais.